She is special. There’s no way to deny it. She is and she will always be the girl that was the most broken and yet continued to help people with hope that maybe, just maybe, she could find herself… But she found more than she was asking for. She found a person who loved her since that moment to the end of times… He stood by her side even when he was heartbroken because some guy with cool looks conquer her first… Even after that, even after a lifetime went by, people asked him: “after all the time?” wich he simply replied: “always”
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Walk on
É fácil perdermo-nos neste mundo em constante movimento, em infinita agitação. É ainda mais fácil esquecermos quem realmente somos e, ainda pior, fazê-lo propositadamente, só para, de certa forma, sermos capazes de "agradar aos outros".
Acho que é mesmo isso o pior que nos pode acontecer: deixarmos de ser quem realmente somos, só para nos incluírmos em determinado espaço, lugar, grupo, etc. Mas como é que isso nos poderá beneficiar? Não pode. E talvez esteja na altura de deixarmos de pensar naquilo que nos beneficia ou que nos recompensa no final. Por que não termos uma abordagem mais altruísta e, no fundo, mais humana?
Lembrando-me deste aspeto, vem-me sempre à cabeça a música "Walk on", dos U2. Um hino à importância de cada um ser quem realmente é ("What you got they can't steal it, they can't even feel it") e, para além disso, um alerta para o consumismo e materialismo que tem sido regular na nossa sociedade ("Leave it behind, you got to leave it behind"). E eu sei que não é fácil mostrar aos outros aquilo de que somos feitos, mas é sem dúvida o melhor caminho. E não, não o poderás fazer sozinho. É um longo caminho, com altos e baixos, e que só poderá ser superado com apoio, quer da família, quer dos amigos, etc ("I know it aches, and your heart it breaks, you can only take so much").
Por isso, sempre que te encontrares numa encruzilhada, não te esqueças desta simples mensagem: "walk on".
RM
https://www.youtube.com/watch?v=gwKEdFoUB0o
Acho que é mesmo isso o pior que nos pode acontecer: deixarmos de ser quem realmente somos, só para nos incluírmos em determinado espaço, lugar, grupo, etc. Mas como é que isso nos poderá beneficiar? Não pode. E talvez esteja na altura de deixarmos de pensar naquilo que nos beneficia ou que nos recompensa no final. Por que não termos uma abordagem mais altruísta e, no fundo, mais humana?
Lembrando-me deste aspeto, vem-me sempre à cabeça a música "Walk on", dos U2. Um hino à importância de cada um ser quem realmente é ("What you got they can't steal it, they can't even feel it") e, para além disso, um alerta para o consumismo e materialismo que tem sido regular na nossa sociedade ("Leave it behind, you got to leave it behind"). E eu sei que não é fácil mostrar aos outros aquilo de que somos feitos, mas é sem dúvida o melhor caminho. E não, não o poderás fazer sozinho. É um longo caminho, com altos e baixos, e que só poderá ser superado com apoio, quer da família, quer dos amigos, etc ("I know it aches, and your heart it breaks, you can only take so much").
Por isso, sempre que te encontrares numa encruzilhada, não te esqueças desta simples mensagem: "walk on".
RM
https://www.youtube.com/watch?v=gwKEdFoUB0o
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
I'm drowning in fears and demons and you can't see
Tem sido assim por um tempo. As minhas emoções sobrepoem-se a qualquer outra coisa que possa acontecer. Medos, inseguranças e todos grandes palavrões que constituem o medo estão a me cercar e mais cedo ou mais tarde eu vou perder a batalha de resistencia. Ao meu lado tenho as emoções importantes como a felicidade e tudo o que a caracteriza. Estou armado com com as minhas memórias, mas não é suficiente. O medo e emoções negativas estão equipados com a ultima tecnologia no que diz respeito a contra ataques e demónios. Não posso fazer nada e eu sei disso, mas posso lutar até o meu último suspiro. Já tive pessoas que estiveram dispostas a saltar para o meio do combate para me ajudar, mas não posso colocá-los no meio dos meus problemas. Não posso nem quero. Se me vou perder a mim próprio? Quase de certeza, mas tenho de lutar para me manter em pé o maximo de tempo que as minhas fraquejantes pernas conseguirem suportar, mas não será por muito tempo. Aqui estou eu, uma simples pessoa no meio de outras 6 biliões e 999 milhoes que constituem o nosso planeta terra, a desabar por dentro e a manter um sorriso por fora. O mundo está para desabar, mas não é culpa de ninguém senão minha. Eu esforcei demasiado o meu frágil orgão. Achei que conseguia segurar tudo dentro de mim enquanto ajudava os outros, mas enquanto reconstruia o mundo dos outro neglegenciava o meu e as pequenas rachas nas paredes tornaram-se buracos abismais e a cada dia que se passa os muros vão desabando... Não é o fim. Eu sei que não, mas queria poder afogar os meus medos e demónios, mas eles sabem nadar...
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